terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Open-iSCSI – Configurando o “Initiator” no Debian 5, Oracle Linux 5, RedHat

Algumas grandes redes, já contam com pelo menos um sistema de storage de discos, que no caso, existem dois tipos de tecnologia: iSCSI eFibre Channel.

Por questões de custo, a tecnologia iSCSI (encapsulamento SCSI via Ethernet) é mais difundida no mercado e mais aceita pelas pequenas e médias empresas.

Bom, aqui na instituição, chegamos à conclusão da necessidade de construção de um “cluster” de e-mail (dois servidores em round-robin), utilizando como storage de dados centralizado, um Dell MD3000i com conexão iSCSI.

Já havia configurado anteriormente nesta mesma storage, alguns servidores VMwares ESXi e alguns servidores Windows Server 2003 e funcionavam perfeitamente via iSCSI con interfaces gigabit’s adequadas ao protocolo e encapsulamento (bem como o switch), e agora chegou a vez do Linux puro, o Debian 5.

Para que este tutorial funcione, parto do principio que sua Storage, seja qual modelo for, e sua topologia de rede estejam previamente configuradas e adequadas, com os discos e permissões de acessos definidos, e que você tenha domínio do aparelho para fazer as alterações necessárias. Não se esqueça que é recomendado isolar conexões iSCSI em um switch que não tenha acesso aos pacotes e trafegos normais de rede.

Começando.

O primeiro passo é instalar o “initiator”.

apt-get install open-iscsi


Nota: no meu caso nao foi necessario instalar o serviço já esta instalado pro padrao da versão linux.

Agora, após instalado, abra o arquivo /etc/iscsi/iscsid.conf e altera a linha abaixo:

vim /etc/iscsi/iscsid.conf
...
node.startup = automatic
...


Logo após, reinicie o “initiator”.

/etc/init.d/open-iscsi restart


Nota: utilizei este comando /etc/init.d/iscsi start

Reiniciado o serviço, vamos tentar fazer a conexão no “target”, no nosso caso, a storage MD3000i, faça isso com todas as conexões de rede.

iscsiadm -m discovery -t st -p 192.168.130.101


Lembre de mudar o IP pelo da sua rede/host.

Se tudo foi feito corretamente, no comando acima você terá uma saída parecida com a abaixo:

192.168.130.101:3260,1 iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1

As definições do iSCSI (nesse caso, 192.168.130.101:3260,1 iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1) foram salvas no diretório /etc/iscsi/nodes/iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1/192.168.130.101,3260,1/default.

Nota: O meu storage nao estava configurado autenticação, não foi necessário os passos abaixo

Se você esta usando um acesso autenticado à sua storage, é necessário informar a forma de autenticação, usando o seguinte comando. Normalmente, as storages vem configuradas para acesso sem autenticação, porém, se você não possui um nível de segurança físico adequado, isolado, recomendo que use. O comando segue abaixo:

iscsiadm -m node –targetname “iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1″ –portal “192.168.100.101:3260″ –op=update –name node.session.auth.authmethod –value=CHAP
iscsiadm -m node –targetname “iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1″ –portal “192.168.100.101:3260″ –op=update –name node.session.auth.username –value=usuario


iscsiadm -m node –targetname “iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1″ –portal “192.168.100.101:3260″ –op=update –name node.session.auth.password –value=senha


Feito isso, podemos fazer o login agora.

iscsiadm -m node –targetname “iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1″ –portal “192.168.130.101:3260″ –login


O resultado do comando acima, será o abaixo esperado:

Logging in to [iface: default, target: iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1, portal: 192.168.130.101,3260]
Login to [iface: default, target: iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1, portal: 192.168.130.101,3260]: successful

Pronto!

Se o comando foi finalizado com sucesso, seu armazenamento iSCSI estará funcional. Basta checar com o “dmesg” qual o dispositivo que foi associado a ele. Aqui no meu caso, “/dev/sdb”.

P.S.: Se por algum motivo, você necessitar terminar sua sessão iSCSI, use o comando:
iscsiadm -m node –targetname “iqn.2010-04.com.dell:storage.lun1″ –portal “192.168.130.101:3260″ –logout


Continuando, é necessário criar um sistema de arquivos no compartilhamento para poder usá-lo.

No meu caso, utilizei o “cfdisk /dev/sdb” para criar a partição.
Logo após, usei o comando mkfs.ext3 para criar o sistema de arquivos. (mkfs.ext3 /dev/sdb)
E para finalizar, o montar a partição: mount -t ext3 /dev/sdb /storage
(Ou o sistema de arquivos que você utiliza. Ex: xfs, jfs, ext2, etc…)

Ainda não precisei configurar um servidor como storage, ou seja, sendo o “target”, mas não é nada complicado, quem precisar posta nos comentários que eu tento ajudar.

IMPORTANTE:
Para Montar os Discos ISCSI automaticamente via boot.
Com isso ele vai montar os discos somente depois de verificar as conexões de rede.
Depois de montar as partições via system-config-lvm abra o /etc/fstab e altere a linha da partição do stotorage com o comando _netdev ficando assim:

/dev/VolGroup01/oradata01 /oracle/oradata01 ext4 netdev,defaults 1 2


Fonte: www.rodrigoeiras.eti.br

Ouvindo: Dead Fish - Sonho Médio

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Street Light Manifesto

A Banda Streetlight Manifesto é uma banda estado-unidense de ska punk formada em East Brunswick Township, New Jersey, Estados Unidos.
Eles faram 3 shows no Brasil:
19/08 - Criciúma/SC - Criciúma Music Hall
20/08 - São Paulo/SP - Estúdio Emme
21/08 - Curitiba/PR - Music Hall
Para quem nao conhece, fica a dica:




Ahh Lembrando que meus ingressos ja estão na mão.. vejos vocês por lá.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Segunda-Feira 13

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Calculo de Odds

PokerNews

domingo, 24 de janeiro de 2010

Use Camisinha



Ouvindo: NOFX - I am an Alcoholic

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Oceano de Plástico

Como ultimamente venho ouvindo muita coisa sobre sustentabilidade, estilo de vida sustentável e mundo sustentável, vamos falr um pouco sobre isso.
Já tinha ouvido falar sobre os lixos do Oceano, mas nunca havia ouvido esse termo "OCEANO DE PLÁSTICO". Por coinscidencia recebi um email que fala sobre o assunto(segue texto abaixo).

Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
Tartaruga deformada por aro plástico

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
Oceano de Plastico

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ – ‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Custis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.
Ave morta com o estômago cheio de objetos de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Achei essa reportagem feita pelo Fantastico.


Ouvindo: NOFX - Vanilla Sex